quinta-feira, 31 de março de 2011

Lixo Extraordinário


Descrição do evento

A Usiminas, empresa que atua na siderurgia, possui desde 1993 um programa de apoio à cultura, chamado Instituto Cultural Usiminas.
O Instituto investe no esporte e na cultura, contribuindo para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva da cultura, por meio do apoio a projetos de infraestrutura, produção e formação.
A empresa firmou patrocínio com o cinema Cineclube Savassi, o cinema passou a chamar-se Usiminas Cineclube Savassi a partir do dia 21 de março. Na mesma oportunidade foi renovado o apoio ao Belas Artes e ao Paragem, cinemas patrocinados pela Usiminas desde 2006.
O apoio aos três cinemas faz parte de uma política de investimentos, baseada em três pilares principais: a inclusão, a formação e o desenvolvimento do cidadão.
De 25 a 31 de março será exibido o documentário Lixo Extraordinário, de Vik Muniz.

Usiminas Cineclube Savassi
R. Levindo Lopes, 358 - Savassi


Comentário 

            O documentário mostra como é a realidade das pessoas que vivem em contato com o lixo diariamente. O quanto desperdiçamos coisas que ainda têm utilidades e como não imaginamos o impacto que isso tem na vida de milhares de pessoas.
O artista plástico Vik Muniz, decidiu explorar o aterro sanitário de Jardim Gramacho, Duque de Caxias – RJ, o maior aterro da América Latina.
Para Vik a arte não está só no que é belo, ele mostrou como podemos transformar aquilo que chamamos de lixo em obras, que mudaram a vida de algumas pessoas.
Vik pegou os próprios ‘’personagens’’ do aterro, tirou fotos deles para serem à base de seu trabalho. A partir de algumas dessas fotos, Vik e os catadores, utilizando materiais do aterro fizeram um retrato de grandes proporções, que foram transformados em quadros, expostos e vendidos.
Com isso, Vik conseguiu mudar a forma de ver a arte contemporânea não só desses catadores, mas de todos que têm a oportunidade de apreciar suas obras. Ele mostra que por trás dessas obras existem pessoas e contextos, histórias, transformações.

 Luíza Fernandes, Márcia Borges, Rayssa Sena.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

29ª Bienal de São Paulo - Obras Selecionadas


 Descrição do Evento

           No dia 18 de janeiro, em Belo Horizonte, iniciou-se a 29ª Bienal de São Paulo – Obras Selecionadas, a Bienal está sendo realizada em três galerias do Palácio das Artes (Alberto da Veiga Guignard, Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima) e no Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, sendo expostas 190 obras de 35 autores e será encerrada dia 20 de março. É uma realização da Fundação Clóvis Salgado em parceria com a Fundação Bienal de São Paulo.
          O tema da exposição é um verso do poeta Jorge de Lima, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”.

Palácio das Artes
Av. Afonso Pena, 1537 - Centro

Centro de Arte Contemporânea e Fotografia
Av. Afonso Pena, 737 - Centro

Comentário

A Bienal relaciona a arte com a política e mostra como é essa ligação. Descreve, através das obras, as relações de poder na sociedade. Leva os expectadores a refletirem sobre o mundo em que estão inseridos, onde há muita divergência de opiniões e conflitos. A arte consegue fazer com que as pessoas abram a mente para novas ideias, questionem sua maneira de pensar, o que está certo ou errado, chegando até a mudar de opinião.
As obras retratam a realidade do Brasil e de outros países desde a vanguarda aos dias de hoje. À primeira vista, algumas são difíceis de serem entendidas e podem até ser consideradas ofensivas, mas ao observarmos com mais cautela veremos que elas sãos fiéis à nossa realidade, e nos chamam a atenção para coisas que, muitas vezes por comodismo, não queremos enxergar.

Luíza Fernandes, Márcia Borges, Paola Araújo, Rayssa Sena.